Sublime


The singular sound of Sublime, alternately polished and rough and ready, finds stoner rock, rap, punk, and hip-hop funk blended with doses of ska, rock steady, dancehall, and every other pungent flavor of reggae. The result was a beautiful, warts-and-all brand of poetry - a powerful new blend of street sounds and party music. In Nowell, Sublime had as astounding singer and lyricist who created his own edgy but expressive underground vernacular. And in Eric Wilson and Bud Gaugh, Sublime was fortunate to have an agile, rock-solid rhythm section that could cover the entire musical waterfront. They were musical counterparts that created their own signature rhythmic foundation, creating the ultimate canvas for Nowell to embellish.

O som singular do Sublime, alternadamente polido, áspero e disposto, encontra o  rock pedreira, rap, punk e hip-hop funk misturado com doses de ska, rock steady, dancehall e cada outro sabor picante do reggae. O resultado foi uma bela, verruga -e-toda marca de poesia- uma nova mistura poderosa dos sons da rua e música para festas. Em Nowell (Bradley Nowell), Sublime tinha um cantor e letrista surpreendente, que criou seu próprio irritável, mas expressivo vernáculo underground. E em Eric Wilson (baixista) e Bud Gaugh (bateirista), o Sublime teve a sorte de ter uma ágil e sólida seção de ritmo capaz de cobrir toda a orla musical. Eles eram homólogos musicais que criaram a sua própria fundação de assinatura rítimica, criando a tela final para Nowell enfeitar.